terça-feira, setembro 26, 2006

Teorias amorosas (4)

Fodeu-me a noite inteira, sussurrando delícias e indecências entre dentes. Ofereceu-me, inclusive o Paraíso que aceitei sem hesitar.
Na manhã seguinte, jogou-me num beco escuro e sem saída. Na plaqueta de identificação lia-se: Jardim do Éden.

6 comentários:

Tempestade disse...

..e não é sempre assim?
gostei das palavras, gostei de descobrir teu blog e te visitar.
Um abraço.

Fernando Santana Jr disse...

Mas não é ótimo assim?

Lu disse...

Bem Fernando, ótimo ou péssimo, depende do que se quer de uma relação. Abraços.
Os finais são sempre momentos dolorosos, sim, Tempestade, mas não precisam ser covardes. Volte sempre que quiser. Outro abraço.

Anônimo disse...

a problemática do dia seguinte.


Camila

* saudade.

CeciLia disse...

Glups!!

Não dá prá dizer que não acertes a artéria direto, né, minha Lu?

Que coisa, que coisa...

Beijo na alma

Lia

luciana MELO disse...

Mila, saudades também.
O dia seguinte é sempre um horror, né? Um abismo que nos mostra qual é o nosso lugar.
Beijos.

Lia, minha Lia, dessa vez, tudo indica que a fui acertada.
Outro beijo.