sexta-feira, agosto 04, 2006

LuZ

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Basilique de Domrémy. Ricardo Alves.

Escuto Bach.
Meu Deus, que alma translúcida é essa?!
Escuto Bach. Elevo-me aos céus e penso: não pode haver avareza depois de Bach.
Os miseráveis deveriam, pelo menos uma vez ao dia, ouvir a abundância de Bach como prescrição médica.

- Doutor, tenho o coração seco.
- Ouça Bach, meu filho.

Ou então:
- Estou fazendo análise.
- Oh, que ótimo. Está gostando?
- Muuuito.
- Ele é reichiano?
- Não, é bachiano.

Nesses dias de ressaca, Bach é esperança pura. Fecho os olhos, abro os ouvidos da alma e posso ver a vida novamente: amores-perfeitos em flor; rosas amarelas – perfume sem frascos; um céu de azul-infinito.
Enquanto o mar em mim não acalmar, amanhecerei Bach. Todos os dias.

4 comentários:

Alessandra Espínola disse...

´Concordo querida, concordo! Também faço essa "terapia"! Grande beijo!

thaline disse...

Oi Lu, qto tempo menina! Andei lendo so teus posts antigos, muito bonito aquele entitulado Cinematografia, e o anterior. sobre esse de 30 de junho, tu saberias me dizer de que filme eh ?
ou tu criaste isso?

beijos de saudade.

Lu disse...

Oi querida! Tudo bem?
O primeiro filme é Closer e o segundo é o filme da minha vida e da CAmila...rs
Acho que pode ser o filme da vida de qualquer um, querida.
Beijos

adelaide amorim disse...

Oi, Lu. Também ando apelando para essa terapia, e não é que tá adiantando? ;) Beio e boa semana.