- O amor pode até acabar. É claro que isso não é bom, é triste, exige uma reeducação, um aprendizado de asas partidas.
- ...
- O que não pode nem deve acabar é a delicadeza do tempo, de tempos vividos.
- ...
- Garçon, um frisante.
- ?
- Brindarei às bolhas.
- O que tem elas?
- São como o fim do amor. Sentimos uma leve cócega ao final do gole que é para nos lembrar que não estamos de todo mortos.
- ...
- O que não pode nem deve acabar é a delicadeza do tempo, de tempos vividos.
- ...
- Garçon, um frisante.
- ?
- Brindarei às bolhas.
- O que tem elas?
- São como o fim do amor. Sentimos uma leve cócega ao final do gole que é para nos lembrar que não estamos de todo mortos.
13 comentários:
e eu acabei de sentir as bolhas do teu texto :)
fiquei muito contente por descobrir este espaço :)
um beijinho muito grande daqui de longe
O amor acabado só deixa cóceguinhas? Hehe, boa analogia.
Enfim apareceu, hein, mocinha?
Ainda estou longe de sentir apenas as cócegas das bolhas.
Agripina, contente estou eu por tê-la aqui :o)
Marcos, vai desculpando aí... eu andava sumida até de mim.
rindo... parece até masoquismo isso... mas é bem por aí, coceirinha na ferida!
Alê, não é masoquismo... é tentar rir de mim mesma apesar de tudo; diria que é uma questão de sobrevivência.
não estamos mortos não senhor
e não estamos mesmo!!!!
tem muito amor no mundo para amar...
beijinhos.
Vítor, existe um momento em que a morte nos invade. Eu não esquivo disso... o ritual da vida não subestima a morte.
Mulher de sardas, deve haver, deve haver... caso contrário seria insuportável.
Beijo.
como faz mesmo para lembrar essa sensação de estar vivo?
Camila do eloqüência
Lu, nada de mortes, nada. Se o coração finge dormir, se bate devagarinho, por vezes, é para dar um tempo à vida: ela volta mais forte, mais sábia, mais densa.
Beijo na alma, querida. Que bom que voltaste.
Pois é, Lu... Não estamos de todo mortos, e portanto ainda vamos voltar a amar. Um beijo grande e não some não, viu?
Mila, no meu caso, toda vez que respiro. Beijão, flor.
Minha Lia, é tudo o que meu coração não faz: fingir. Ele pulsa forte, está atento a todo e qualquer barulho. A vida vai ganhar, eu sei. Saudades, querida.
Dade, não sumo, pode deixar. Outro beijo grande.
Yayá!!! Saudades, saudades, saudades!
Olha só quem fala! Você é um amorzão, linda. Vou te visitar, pode apostar.
Beijão.
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